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Lucas Lessa

Trilha de certificações

Associate

Databricks Certified Context Engineer Associate

Avalia o desenho, a montagem e a governança da informação que agentes de IA recebem na hora da inferência: instruções e system prompts, recuperação (AI Search, Genie), memória com Lakebase e MLflow, ferramentas e MCP, compactação de contexto, sistemas multiagente e avaliação empírica.

Formato da prova

Questões
45 questões
Duração
90 min
Taxa
US$ 200
Idiomas
Inglês
Validade
2 anos
Versão do guia oficial
29 de jul. de 2026

Nenhum obrigatório. Recomenda-se seis meses de prática e conhecer janelas de contexto, prompt engineering, MCP, Agent Bricks, Lakebase, MLflow 3 e governança do Unity Catalog.

O que cai e quanto pesa

Número aproximado de questões por seção, considerando as 45 questões pontuadas.

Seção 1 · 16% · ≈ 7 questões

Fundamentos de context engineering

Objetivos oficiais

  • Dada uma falha de agente, identificar a técnica de gestão de contexto que resolve mais diretamente.
  • Identificar estratégias proativas (conjunto mínimo de ferramentas, recuperação just-in-time, escopo do resultado das ferramentas) que reduzem a pressão sobre a janela antes de precisar compactar.
  • Diagnosticar modos de falha de contexto — poisoning, distraction, confusion e clash — a partir de um trace.
  • Escolher a ferramenta certa da stack (Unity Catalog, Lakebase, MCP, MLflow 3) para cada cenário.
  • Identificar os elementos de contexto que consomem atenção demais e a mudança que mais melhora o foco do modelo.
  • Escolher o modo de raciocínio (padrão, extended thinking ou reduzido) conforme orçamento de tokens e impacto na janela.
  • Identificar quando o tamanho do contexto começa a degradar a recuperação ou o raciocínio e a intervenção que restaura o desempenho.

O que é context engineering

Prompt engineering otimiza uma instrução. Context engineering decide tudo o que entra na janela a cada passo: instruções, histórico, documentos recuperados, resultados de ferramentas, memória. A janela é um orçamento de atenção — mais tokens nem sempre ajudam (o desempenho cai bem antes do limite).

Os quatro modos de falha

FalhaO que aconteceExemplo
PoisoningUma informação errada (alucinação, dado incorreto) entra no contexto e passa a ser reutilizadaO agente "lembra" de um fato inventado e o cita em todos os passos
DistractionO contexto fica tão longo que o modelo se apega ao histórico e para de usar o que aprendeu / de planejarRepete ações antigas em vez de pensar no passo novo
ConfusionConteúdo supérfluo/irrelevante (ferramentas demais, sessão antiga) é usado para gerar a respostaMistura cláusulas de um contrato de outra sessão
ClashPartes do contexto se contradizemDuas fontes com valores diferentes para a mesma regra

Estratégias proativas

  • Conjunto mínimo de ferramentas por tarefa;
  • Recuperação just-in-time (buscar quando precisar, não carregar tudo antes);
  • Escopo do resultado das ferramentas (retornar só os campos necessários, paginar);
  • isolar sessões e limpar histórico irrelevante.

Stack Databricks

NecessidadeFerramenta
Governar dados, ferramentas (funções) e metadadosUnity Catalog
Memória/estado persistente, de baixa latênciaLakebase (Postgres gerenciado)
Conectar ferramentas e fontes de forma padronizadaMCP
Rastrear, avaliar e comparar configuraçõesMLflow 3 (tracing, evaluate)

Modo de raciocínio

Extended thinking para tarefas de várias etapas, ambíguas, com planejamento — custa tokens e ocupa janela. Reduzido/padrão para tarefas simples, de baixa latência ou alto volume.

Degradação por tamanho

Sinal: a partir de certo ponto (ex.: ~75% da janela) o agente cita errado e ignora restrições. Intervenção: compactação (resumo de alta fidelidade + itens recentes), não simplesmente truncar ou trocar por um modelo de janela maior.

Pegadinhas comuns

  • Janela maior não resolve degradação de atenção — só adia o problema e custa mais.
  • Poisoning é informação ERRADA reutilizada; confusion é informação IRRELEVANTE usada.

Documentação:Agentes na DatabricksMLflow 3 tracing

Seção 2 · 9% · ≈ 4 questões

System prompt e instruções

Objetivos oficiais

  • Para um domínio de negócio, escolher e validar instruções, perguntas de exemplo e trusted SQL assets de um Genie space pronto para produção.
  • Dado um orçamento de tokens, justificar quais exemplos few-shot incluir ou excluir pela contribuição marginal (cobrir caminhos de ferramenta não testados, mostrar o formato de saída, lidar com entradas ambíguas).
  • Para um system prompt mal calibrado e seu padrão de falha, escolher a revisão pontual que resolve com o menor aumento de tokens e manutenção.
  • Com resultados de experimentos comparando dois system prompts, decidir se a versão mais longa se justifica e qual elemento causa o trade-off.

Genie space pronto para produção

  • Instruções gerais: vocabulário do domínio ("rates desk = product_type X e business_unit Y", "bps = pontos-base", "última fixing = data mais recente da tabela de taxas").
  • Trusted assets: SQL validado para perguntas críticas/recorrentes.
  • SQL expressions (medidas, filtros, dimensões) para métricas.
  • Perguntas de exemplo orientam o usuário — não ensinam vocabulário ao modelo.

Few-shot com orçamento

Cada exemplo custa tokens. Mantenha os que trazem informação nova: um caminho de ferramenta ainda não coberto, o formato de saída exigido, um caso ambíguo. Corte exemplos redundantes (vários casos "fáceis" iguais).

Revisão pontual

Falhou num padrão específico? Adicione uma regra curta e explícita para aquele caso, em vez de reescrever o prompt inteiro ou anexar dezenas de exemplos.

Comparar prompts

No MLflow, compare a qualidade e o custo (tokens, latência) dos dois prompts no mesmo dataset. A versão longa se justifica se o ganho de qualidade vem de um elemento identificável (ex.: um bloco de regras) — às vezes dá para manter só esse elemento.

Documentação:Genie: boas práticas

Seção 3 · 20% · ≈ 9 questões

Recuperação de conhecimento e configuração do Genie

Objetivos oficiais

  • Para um agente com baixa precisão e seus metadados no UC, identificar os metadados ausentes ou ruins e a mudança de maior impacto.
  • Escolher quais objetos do UC (tabelas gerenciadas, views, queries parametrizadas, funções SQL) curar num Genie space.
  • Diagnosticar qual configuração do Databricks AI Search causa problemas de recuperação e a correção mais direta.
  • Projetar um pipeline RAG que recupera chunks de um corpus governado pelo UC e os injeta no contexto.
  • Escolher a estratégia de chunking conforme estrutura, contexto do modelo de embedding e tipos de pergunta.
  • Escolher os elementos de contexto necessários para o agente delimitar e executar a tarefa.
  • Distinguir recuperação pré-inferência (embeddings, carga antecipada) de recuperação agêntica just-in-time (ferramentas, queries dinâmicas em Delta) e escolher a adequada.
  • Identificar o modo de falha da recuperação com logs de avaliação do MLflow e metadados do UC, e a ação de governança que resolve.
  • Projetar uma governança que restrinja a recuperação do agente às fontes autoritativas antes do deploy.

Metadados importam

Genie e agentes usam comentários de tabela/coluna, tags e descrições do UC. Coluna vl_liq sem comentário é um chute; com "valor líquido em BRL, após descontos" vira resposta certa. Prioridade: descrições das colunas mais consultadas, chaves de join e valores categóricos.

Curadoria do Genie

Poucas tabelas gold/certificadas e views do domínio, mais funções SQL e queries parametrizadas para lógicas críticas. Evite despejar o schema inteiro.

AI Search (Vector Search)

Problemas e causas comuns:

SintomaCausa provávelCorreção
Texto desatualizado mesmo com a tabela atualizadaÍndice TRIGGERED sem syncJob chama sync após a carga (barato) ou CONTINUOUS (caro)
Trechos irrelevantesChunks grandes/heterogêneos, sem filtroRechunking, filtros de metadados, reranking
Termos exatos (códigos, siglas) não são achadosSó busca semânticaHybrid search

Chunking

Documentos de tamanho e estrutura variados, perguntas amplas e específicas → splitter recursivo de ~512–1.024 tokens com 10–15% de overlap. Documento inteiro como chunk dilui o embedding; frase por chunk perde contexto.

Pré-inferência x just-in-time

  • Pré-inferência: buscar documentos antes e colocar no prompt — bom para perguntas previsíveis sobre um corpus estável.
  • Just-in-time: o agente chama ferramentas (busca, SQL em Delta) quando precisa — bom para dados dinâmicos, tarefas de várias etapas e para economizar contexto.

Fontes autoritativas

Restrinja o espaço de busca antes do deploy: permissões do agente (service principal) só nos catálogos/schemas autoritativos, índices construídos só de tabelas certificadas, tags (certificado = sim) como filtro, e excluir cópias derivadas/rascunhos.

Pegadinhas comuns

  • Mudar o índice para CONTINUOUS resolve dados desatualizados, mas costuma ser mais caro do que agendar o sync após a carga diária.

Documentação:Vector SearchGenie

Seção 4 · 18% · ≈ 8 questões

Arquitetura de memória com Lakebase e MLflow

Objetivos oficiais

  • Identificar o descompasso entre o tipo de memória usado e a necessidade (sessão x longo prazo) e escolher a estratégia correta.
  • Identificar quando um estado persistido em Delta é necessário em vez de um scratchpad no contexto.
  • Para memórias no Lakebase, escolher entre AI Search e consulta estruturada conforme o tipo de pergunta.
  • Com resultados do MLflow 3 em vários runs, identificar a configuração de contexto mais confiável.
  • Avaliar recuperação estática x dinâmica do Lakebase para uma arquitetura.
  • Diagnosticar riscos de excesso (poluição) e de falta (histórico ausente) de recuperação.
  • Configurar memória persistente entre sessões com um armazenamento durável no Lakebase.
  • Identificar a etapa do pipeline em que a intenção do usuário deve ser resolvida antes da recuperação.

Tipos de memória

TipoVive ondeExemplo
Sessão / curto prazoHistórico da conversa (checkpoint do thread)"o pedido que mencionei acima"
Longo prazoLakebase/Delta, entre sessõesPreferências do cliente, decisões anteriores
Estado de tarefaObjeto persistido (Delta/Lakebase)Passo 7 de 20, resultados parciais

Erros típicos: buscar no longo prazo algo que está na sessão atual, ou depender do histórico da sessão para algo que exige persistência entre sessões.

Scratchpad x estado persistido

Tarefa curta e única → scratchpad no contexto. Tarefa longa, retomável, com vários agentes ou que precisa de auditoria → estado persistido (tabela), lido sob demanda.

Recuperação no Lakebase

  • Pergunta semântica ("o que o cliente disse sobre entrega?") → busca vetorial (AI Search).
  • Pergunta exata/estruturada ("último pedido do cliente 42", "preferências do usuário X") → SQL.

LangGraph + Lakebase

from langgraph.checkpoint.postgres.aio import AsyncPostgresSaver

async with AsyncPostgresSaver(pool) as checkpointer:   # pool async do Lakebase
    await checkpointer.setup()                          # cria as tabelas do checkpoint
    grafo = builder.compile(checkpointer=checkpointer)
    await grafo.ainvoke(entrada, config={"configurable": {"thread_id": "cliente-42"}})

Excesso x falta

Over-retrieval polui o contexto (confusion/distraction); under-retrieval perde fatos e gera respostas inconsistentes. Ajuste k, filtros e limiar de similaridade e meça no MLflow.

Resolver a intenção primeiro

Se as respostas são "corretas mas fora do contexto do usuário", reescreva/classifique a pergunta (intenção, entidades, período) antes de recuperar — senão a busca traz o assunto certo para a pergunta errada.

Comparar configurações

Escolha a configuração que vai bem em todas as métricas (ex.: no gráfico de coordenadas paralelas do MLflow), não a de maior média nem a de um pico isolado.

Documentação:LakebaseMemória de agentes

Seção 5 · 13% · ≈ 6 questões

Ferramentas, MCP e contexto do agente

Objetivos oficiais

  • Aplicar progressive disclosure no acesso a ferramentas MCP (descoberta em etapas, execução eficiente) para gastar menos tokens que despejar todas as ferramentas.
  • Dadas duas ferramentas MCP que o agente confunde, identificar a sobreposição nas descrições que causa a escolha ambígua.
  • Explicar como a progressive disclosure controla quanta informação de ferramentas entra na janela em cada etapa e por que isso economiza tokens.
  • Com histórico longo e janela quase cheia, avaliar quais saídas brutas de ferramentas podem ser removidas.
  • Para uma tarefa e ferramentas registradas no UC (nomes, descrições, parâmetros), escolher a mais adequada e justificar.
  • Para um system prompt sobrecarregado de capacidades raras, identificar quais virar Agent Skills e a estratégia de carga que reduz o custo base sem piorar o sucesso.

Progressive disclosure

Em vez de colocar os schemas de 60 ferramentas no prompt:

  1. o agente vê um catálogo enxuto (nome + uma linha);
  2. a etapa de descoberta escolhe as candidatas pela intenção e só então carrega o schema completo delas;
  3. o resultado da execução entra resumido/escopado. Menos tokens fixos, menos confusão.

Ferramentas que se confundem

get_order_status × fetch_order_status × lookup_order_details com descrições quase iguais → seleção inconsistente. Solução: descrições distintas e específicas (o que retorna, quando usar, quando NÃO usar), e a descoberta mostrar só a melhor candidata — ou consolidar.

Limpeza de saídas antigas

Com a janela enchendo, as primeiras candidatas a sair são saídas brutas de ferramentas já consumidas (JSON enorme cujo resultado já foi resumido/usado). Mantenha decisões, restrições do usuário e resultados ainda necessários.

Escolha de ferramenta no UC

Compare função (faz o que a tarefa pede?), entrada/saída (parâmetros que você tem, retorno que precisa) e restrições (permissões, latência).

Agent Skills

Capacidades raras (ex.: "gerar relatório regulatório trimestral") saem do system prompt e viram skills carregadas sob demanda: só uma descrição curta fica no contexto base; as instruções completas entram quando a skill é acionada.

Documentação:MCP na DatabricksFerramentas de agentes (UC functions)

Seção 6 · 11% · ≈ 5 questões

Compressão e compactação de contexto

Objetivos oficiais

  • Após compactação com falhas de coerência, identificar a categoria de informação descartada por engano e revisar o prompt de compactação para preservá-la sem aumentar muito o custo.
  • Ajustar um prompt de compactação: primeiro maximizar recall (capturar tudo o que importa), depois melhorar a precisão (tirar o supérfluo).
  • Avaliar se heurísticas fixas de corte bastam para o padrão de relevância da tarefa ou se é preciso compactação mais sofisticada.
  • Identificar o que pode ser removido de um trace na compactação sem afetar a execução.
  • Avaliar os trade-offs entre compactação agressiva (mais barata, pode perder nuances) e conservadora (mais fiel, mais cara).

O que a compactação precisa preservar

Além dos fatos descobertos: decisões tomadas, restrições, exclusões e preferências do usuário, tarefas pendentes, identificadores (ids, nomes de arquivos). Se o agente passa a contradizer decisões anteriores depois de compactar, foi isso que se perdeu. Exemplo de revisão barata: "Resuma as descobertas e inclua uma lista deduplicada das restrições, exclusões e preferências declaradas pelo usuário."

Afinar o prompt

  1. Recall primeiro: o resumo captura tudo o que os passos seguintes usam? (teste no trace)
  2. Depois precisão: corte o que nunca é usado (saídas brutas, tentativas descartadas).

Heurística x compactação

Truncar as mensagens mais antigas funciona quando só o recente importa. Se informação antiga continua relevante (restrições do início, decisões), precisa de compactação com resumo.

Seguro remover

Saídas brutas já resumidas, chamadas que falharam e foram refeitas, raciocínio intermediário já concluído, conteúdo duplicado.

Agressiva x conservadora

AgressivaConservadora
TokensPoucosMuitos
RiscoPerder nuanceCusto e menos espaço livre
Bom paraTarefas com dependências curtasTarefas longas com dependências distantes

Documentação:Agentes de longa duração

Seção 7 · 13% · ≈ 6 questões

Multiagente e tarefas de longo horizonte

Objetivos oficiais

  • Diagnosticar falhas em sistemas multiagente causadas por contexto compartilhado insuficiente: saídas inconsistentes, decisões conflitantes, baixa confiabilidade.
  • Quando o coordenador decompõe e despacha subagentes e surgem falhas, diagnosticar a causa (subagentes recebem só a mensagem da tarefa, não o trace) e corrigir sem aumentar a janela de cada subagente.
  • Com saídas conflitantes, identificar a mudança de propagação de contexto que evitaria o conflito.
  • Com o orquestrador saturado, identificar a mudança no formato de saída dos subagentes que mais reduz a carga sem perder coerência.
  • Diagnosticar se as fronteiras entre agentes geram overhead excessivo de handoff ou crescimento descontrolado de contexto dentro de um agente.
  • Para uma tarefa longa com falhas, identificar o descompasso de estratégia, escolher a estratégia adequada à estrutura de dependências e justificar.

Contexto compartilhado

Subagentes que recebem só "faça X" não sabem das decisões e restrições do coordenador → resultados conflitantes. Solução: anexar um resumo compacto do trace/decisões a cada despacho (não o trace inteiro).

Saídas dos subagentes

Para não saturar o orquestrador, subagentes devolvem resultados estruturados e resumidos (campos definidos, conclusões, referências), não o log completo do que fizeram.

Fronteiras

  • Agentes demais, fatiados fino → muito handoff e perda na compressão a cada passagem.
  • Agentes de menos → um agente acumula contexto até estourar. Corte por domínios coesos com interfaces claras.

Dados desatualizados ≠ falta de contexto

Se todos os subagentes estão consistentes entre si mas desatualizados, e leem de um índice, suspeite primeiro do índice sem sync — não da propagação de contexto.

Estratégias de longo horizonte

Estrutura da tarefaEstratégia
Passos independentesParalelizar subagentes
Passos fortemente dependentesExecução sequencial com estado persistido e compactação
Muito longa e retomávelCheckpoints + memória externa (Lakebase) + plano explícito atualizado

Documentação:Multi-Agent Supervisor

Treinamentos recomendados pela Databricks

  • Academy: Building RAG Agents with Agent Bricks
  • Academy: Building Agentic Applications on Databricks
  • Academy: Agent Evaluation on Databricks
  • Academy: Deploying and Monitoring Agent Applications on Databricks
  • Academy: Building Reliable Conversational Agents with Genie
  • Academy: Get Started with Data Governance / Data Governance at Scale
Guia do exame Context Engineer Associate · Lucas Lessa